A tarântula joia brasileira, provavelmente a tarântula mais bela da Terra, embora não sejam frequentemente vistas (quando mantidas em cativeiro e também na natureza), são uma das aranhas mais lindas que se conhece até o dia de hoje. Um aranha de alçapão arborícola anã impressionante, cheia de cor e coragem. Elas compõem seus alçapões como um artista pintando sua própria casa. A T. seladonia arranca pedaços de casca e líquen da árvore na qual estão construindo o alçapão para construir uma pele (tampa) altamente camuflada. Elas são comedoras vorazes e caçam de maneira incomum para uma tarântula arbórea. Elas esperam em seu alçapão que a presa apareça e pulam do alçapão para agarrar seu alimento e rapidamente recuam para dentro da toca.
Categoria: tarantulas
Eupalaestrus campestratus
Eupalaestrus campestratus – (Simon, 1891), ou conhecida como Tarântula Zebra Rosa Brasileira é uma das espécies mais populares devido ao seu comportamento muito dócil. Elas são aranhas que costumam ficar muito a vista e for de suas tocas, demarcando seu território. Estas também são belas tarântulas devido a sua combinação de listras “Zebradas” em suas pernas e cabelos rosados por todo o corpo.
Tapinauchenius violaceus
Tapinauchenius violaceus – (Mello-Leitão 1930), também conhecida como “Tarântula roxa das arvores”. Ela é coberta com cerdas aveludadas de aparência sedosa que, na luz certa, fica uma cor roxa metálica brilhante. Um segundo elemento incomum desta aranha, são as pequenas “covinhas” no abdômen, que podem se tornar cada vez mais visíveis à medida que os espécimes crescem. Ela é uma aranha muito bonita para se admirar, no entanto, ela pode ser muito rápida e imprevisível.
Vitalius sorocabae
De tamanho médio, atinge aproximadamente 15 cm, possui a coloração marrom escura, quase negra, com cerdas levemente amareladas distribuídas ao longo do corpo sobretudo nas quelíceras. As fêmeas adultas possuem fortes marcações amarelas nas pernas gerando um lindo contraste com o fundo marrom / negro.
Endêmica do interior do estado de São Paulo, habita áreas ecotonais, podendo ser encontrada em florestas de Mata Atlantica Semi Decidual estacional ou Cerrado . Trata-se de uma espécie sinantrópica, sendo facilmente encontrada em casas e sitios na região de Sorocaba, Itu, São Miguel Arcanjo e arredores.
Área de transição entre Floresta Estacional Semidecidual e Cerrado. (Sorocaba, SP)
Brachypelma emilia
A tarântula mexicana de pernas vermelhas ( Brachypelma emilia ) é uma espécie de tarântula terrestre intimamente relacionada à famosa tarântula mexicana de joelhos vermelhos ( Brachypelma hamorii ). É uma tarântula dócil e popular no comércio de animais de estimação no exterior. Seu crescimento é lento e, como muitas tarântulas, as fêmeas podem viver por décadas.
Dolichothele diamantinesis
Dolichothele diamantinensis (Bertani, Santos & Righi, 2009) ou Tarântula da Beleza Anã Azul Brasileira é às vezes descrita como uma aranha pequena com cores verde e azul. Ela é menor que a GBB (Chromatopelma cyaneopubescens), mas compensa a falta de tamanho com cores muito mais brilhantes e vibrantes. Originalmente, esta espécie foi descrita como Oligoxystre diamantinensis em 2009 e foi introduzida no hobby de animais exóticos no exterior em 2012. Sendo bastante nova, não há muitas informações disponíveis online em relação a esta espécie em particular.
Poecilotheria regalis
Poecilotheria regalis Pocock, 1899, também conhecida como “tarântula ornamental indiana”, é uma bela aranha devido à sua coloração, padrão e comportamento. No entanto, ela é a mais comum entre os “Pokies”, ela é uma tarântula robusta e bonita. Poecilotheria regalis é muito semelhante à Poecilotheria fasciata, na coloração do corpo e dos membros, mas pode ser imediatamente distinguida como de todas as outras espécies conhecidas do gênero pela presença da larga faixa avermelhada no lado inferior do abdômen. O gênero Poecilotheria é bem equipado com cores e padrões distintos, onde as pernas 3, 4 e os pedipalpos mostram um padrão alternado em preto e branco. Intrigante sobre o gênero é sua pose típica de descanso. Com os dois primeiros pares de pernas para a frente, os dois últimos pares de pernas para trás e um olhar intimidador.
Brachypelma hamorii
Brachypelma hamorii é uma espécie de tarântula encontrada no México que foi por muitas vezes confundida com a Brachypelma smithi; Ambas foram chamadas de tarântula mexicana de joelho-vermelho. Muitas fontes anteriores referentes a B. smithi não fazem distinção entre as duas espécie. A aranha é recomendada para iniciantes na criação de animais exóticos, pois ela é bonita, fácil de manter e muito dócil. Por essa razão, a espécie tem sido muito contrabandeada, principalmente para a China, quase colocando-as em risco à extinção em seu habitat natural. A distribuição atual da tarântulas de joelhos vermelhos mostra que a bacia do rio Balsas pode atuar como uma barreira geográfica.
Nhandu chromatus
Nhandu chromatus, também conhecida como “Tarantula brasileira vermelha e branco” é uma aranha comedora de pássaros do Brasil. Devido ao seu padrão de cor e comportamento, seu cefalotorax castanho dourado, os cabelos ruivos no abdômen e as marcantes marcas nas pernas, garantem que a aranha seja requisitada por todos amantes de tarântulas por todo o mundo. Os hobistas iniciantes às vezes se atrevem a confundir a aranha com a Acanthoscurria geniculata. No entanto, a diferença pode ser vista muito claramente na cor do Cefalotorax. A Nhandu chromatus foi descrita como uma nova espécie em 2004, mas o holótipo não foi investigado no estudo. A Nhandu chromatus, portanto, não foi oficialmente aceita por muitos cientistas. Supõe-se que ela pode mudar seu nome ao longo do tempo.
Grammostola rosea
Grammostola rosea (Walckenaer / 1837), também chamada de “tarântula rosa chilena”, é uma espécie chilena neutra, mas muito bonita, com um temperamento geralmente moderado. Sua popularidade vem do fato de serem espécies muito resistentes, tolerantes a uma ampla gama de condições e freqüentemente tolerantes ao manejo, embora algumas possam ser defensivas. Retiradas do status CITES das tarântulas do gênero Brachypelma, elas ainda são exportadas para os Estados Unidos e Europa em grande número, com uma reprodução em cativeiro bem sucedida. Isso levou a serem provavelmente uma das tarântulas mais mantidas em cativeiro de todas as espécies.
