Acanthoscurria geniculata

Acanthoscurria geniculata , também chamada de “Tarantula Gigante de Joelhos Brancos, é uma aranha impressionante do Brasil devido ao seu padrão de cor e comportamento. Ela persegue furiosamente todas as presas, a Acanthoscurria geniculata muitas vezes pode ser encontrada na lista de favoritos de muitos amadores.

Acanthoscurria chacoana

Acanthoscurria chacoana (Brèthes, 1909), fica mais fascinante à medida que fica maior, elas ficam realmente grandes em torno de 18cm. Ela é uma espécie muito bonita também com a cerdas avermelhadas por todo seu corpo, mas os padrões brancos claros nas pernas fazem grande contraste com suas pernas escuras, cefalotorax e abdômen vermelho costumam ser felpudos.

Psalmopoeus cambridgei

Psalmopoeus cambridgei (Pocock, 1895), é uma espécie de aranha da família Theraphosidae, endêmica de Trinidad. Seu veneno é a fonte de psalmotoxina e vanillotoxina que são classificadas como proteínas inibidoras. A salmotoxina pode ser de uso terapêutico em pacientes que sofrem de AVC. A fêmea desta especie tem marcas escuras em seu abdômen e sua cor varia através de tons esverdeados com marrom, alguns pontos avermelhados ou alaranjados podem ser notados em suas penas.

Nhandu coloratovillosus

Nhandu coloratovillosus (Schmidt, 1998), também conhecida como “Tarantula brasileira preta e branca” é uma aranha caranguejeira muito bonita e imponente. Com pernas listradas pretas e brancas, bem como um abdômen escuro, coberto por cerdas avermelhadas, fazem esta tarântula parecer rosa, fofa e adorável! Não se engane, manipular essa tarântula não é aconselhável, pois seu temperamento varia muito de espécime para espécime e também de um momento para o outro. São grandes espécies terrestres que podem ser encontradas nas pradarias do Brasil, se parece muito com a tarântula de joelhos brancos brasileira (Acanthoscurria geniculata).

Lasiodora parahybana

Lasiodora parahybana (Mello-Leitão, 1917), ou Tarântula Rosa Salmão Brasileira, é uma das especies de tarântulas mais conhecidas do mundo. Elas são originárias de áreas tropicais do nordeste brasileiro. O que as torna tão especiais é o fato de que elas são uma das maiores espécies de tarântulas do mundo. Na verdade, acredita-se que Lasiodora Parahybana seja a quarta maior tarântula do mundo. Além de seu tamanho enorme, elas também são conhecidas por seus pelos “rosados” atraentes que são destacados em seu corpo preto/marrom.

Ecdise – Troca do exoesqueleto

A troca de pele, na verdade, acontece em dois momentos, o primeiro se chama apolysis (não achei termo pra tradução) e nele acontece a separação da antiga cutícula das células hipodérmicas. Depois acontece a ecdise, que é quando acontece a troca de toda a exuvia da tarântula.
O processo de apolysis acontece cerca de uma semana antes da ecdise em si.